O governo dos EUA, sob a presidência de Donald Trump, removeu o ministro Alexandre de Moraes da lista de sancionados pela Lei Magnitsky. O governo americano afirmou que as sanções eram “inconsistentes” com seus interesses. A decisão foi comemorada pelo presidente Lula e por seus aliados. O ministro Moraes agradeceu a Lula e declarou que a “verdade prevaleceu”.
Em reação, Flávio Bolsonaro associou o fim da sanção à possibilidade de avanço de uma proposta de anistia no Senado. Em outra frente, Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo lamentaram a medida. A imprensa internacional repercutiu a retirada das sanções, que, segundo um advogado de Trump, não encerra as cobranças dos EUA ao Brasil.
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu por unanimidade manter a perda do mandato da deputada Carla Zambelli. A decisão, baseada em voto do ministro Alexandre de Moraes, contraria uma deliberação anterior da Câmara dos Deputados. O episódio intensificou a crise institucional entre o Congresso e o Judiciário. Sóstenes Cavalcante classificou a decisão como uma “usurpação” de competência.
Moraes informou às autoridades da Itália que, se for extraditada, Zambelli cumprirá pena no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. Com a cassação, a vaga da deputada na Câmara será ocupada pelo primeiro suplente do PL-SP, Adilson Barroso.
O presidente da Câmara, Isac Motta, articula um bloco de centro para isolar o governo e a oposição. O objetivo é manter o controle sobre a pauta da Casa. Motta convocou uma reunião de emergência com líderes após uma operação da Polícia Federal mirar uma ex-assessora de Arthur Lira. O ministro Flávio Dino ligou a investigada ao antigo “orçamento secreto”.
A liderança de Motta também enfrenta desgastes. Arthur Lira criticou a condução do presidente da Câmara no caso envolvendo o deputado Glauber Braga. Já Guilherme Boulos criticou Motta publicamente, mas evitou comentar a defesa pela renúncia do cargo, feita por Lindbergh Farias.
O projeto de lei da dosimetria se tornou um teste de força no Senado entre Alcolumbre e o governo Lula. Flávio Bolsonaro classificou o projeto como “horroroso”. Apesar da crítica, a direita mantém o apoio a Flávio para as eleições de 2026. O Centrão, por sua vez, se afasta para reavaliar a candidatura.
Uma pesquisa mostrou, pela primeira vez, Flávio Bolsonaro numericamente à frente de Lula em um cenário de segundo turno. Flávio também afirmou que Tarcísio está construindo um “palanque forte” para sua candidatura, indicando possíveis alianças.
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Fonte: Gazeta do Povo
